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CDC reduz ciclos de ampliação para deteção do SARS-CoV-2 em vacinados

Desde o início de maio que o CDC deixou de analisar todos os registos de infeções SARS-CoV-2 em pessoas vacinadas para se concentrar apenas na identificação e investigação de casos que resultem em hospitalização ou morte devido a qualquer causa, incluindo aquelas não relacionadas com a Covid-19.

De acordo com as indicações do CDC para os departamentos de saúde estatais:

  • Para casos com um valor limiar de ciclo RT-PCR conhecido (Ct), submeter apenas amostras com valor Ct ≤28 ao CDC para sequenciação. (A sequenciação não é viável com valores de Ct mais elevados).
  • Se o valor Ct não for conhecido (por exemplo, positivo apenas por teste antigénico ou por um teste molecular que não forneça um valor Ct), a amostra positiva pode ainda ser submetida ao CDC para RT-PCR e possível sequenciação.

No entanto, as indicações do CDC para testagem da população aponta para um valor limite de ciclo acordado de 40. O Dr. Anthony Fauci defende 35.

 Alguns fabricantes de testes referenciados pela FDA falam em ciclos com um valor igual ao superior a 35/40/45.

Em Portugal, o número máximo de ciclos usado pelos laboratórios contactados pelo The Blind Spot é 35. As novas orientações da OMS quanto aos testes PCR vêm recomendar que sejam usados como ajuda ao diagnóstico, e lembra que “os ciclos (Ct) necessários para detetar o vírus são inversamente proporcionais à carga viral do paciente”.

A utilização de diferentes ciclos para deteção do SARS-CoV-2 poderá dificultar a comparação dos níveis de infeção na população vacinada e não vacinada.

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