Com a justificação da luta contra as alterações climáticas, a União Europeia tem como objectivos mínimos (1) gastar 30% seu quadro financeiro global e (2) que os países-membros gastem 37% do financiamento recebido através do Mecanismo de Recuperação e Resiliência com despesas “relacionadas com o clima”.
Curiosamente, muito poucos se debruçam sobre a avaliação dessas políticas e sobre se as promessas, que têm sido repetidas há vários anos, se têm concretizado. Pelo contrário, a maioria dos governantes continua a proclamar a necessidade de enormes investimentos, sem qualquer análise de custo-benefício dos mesmos, e a comunicação. . .
