Ao meio-dia de 28 de abril, Espanha e Portugal mergulharam no maior apagão da história recente. Mais de 40 milhões de pessoas ficaram sem luz, muitos transportes pararam e os hospitais tiveram de recorrer a geradores de emergência. O relatório oficial preliminar conclui que o colapso foi provocado pelo excesso de dependência das energias eólica e solar, bem como pela incapacidade da rede energética gerir as suas várias limitações sem maior suporte das centrais convencionais ou de outros países.
Na altura do apagão, mais de 80% da eletricidade da Península Ibérica era não convencional: solar, eólica e. . .
