O cenário climático extremo, publicado em 2011, integrado nos relatórios do IPCC (ONU) e que admitia o aumento de temperatura mundial na ordem dos 5 ºC em 2100, foi considerado “implausível”. O cenário foi citado por grandes orgãos de comunicação social e academia e usado por governos, inclusive o português, para justificar políticas e investimentos. Uma das razões dadas para a sua exclusão foi a evolução das emissões que, no entanto, têm continuado a ter um forte crescimento global, cerca de 12,65% desde que o cenário foi apresentado.
Durante mais de uma década, o . . .
