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Ómicron: Portugal avança com restrições de viagens, mas OMS não aconselha

Em conferência de imprensa em Genebra, o porta-voz da OMS, Christian Lindmeier, diz que “neste momento, a implementação de restrições de viagens não está a ser aconselhada” no tocante à nova variante Ómicron (B.1.1.5129).

Portugal tem restrições e controlo de fronteiras externas aos Estados-Membros da União Europeia, a países cuja situação epidemiológica da Covid-19 não consideram satisfatória, com base nos critérios e condições que a recomendação do Conselho da União Europeia estabeleceu.

De acordo com as indicações do Serviço Nacional de Saúde (SNS), “dado o rápido crescimento de incidência da variante da África do Sul” – Ómicron, estão suspensos os voos de e para os seguintes países: África do Sul, Botsuana, Essuatíni, Lesoto, Moçambique, Namíbia, Zimbabué.

Mas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aconselha “que os países continuem a aplicar uma abordagem científica e baseada no risco ao implementar as restrições”.

O porta-voz da OMS, Christian Lindmeier, destaca que “neste momento a implementação de restrições de viagens não está a ser aconselhada”.

A posição da OMS mantém-se desde fevereiro de 2020, quando no início da pandemia, a organização afirmou que as restrições de viagens “geralmente são ineficientes” na tentativa de se prevenir a propagação de uma variante, tendo em conta que estas medidas têm possíveis impactos económicos e sociais.

“Medidas de viagens que interferem significativamente com o tráfego internacional só podem ser justificadas no início de uma epidemia, quando permitem que os países ganhem algum tempo”, declarou a organização na época.

Saiba mais sobre as novas restrições para viajantes no site do SNS.

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